MARKETPLACE: O FUTURO DAS VENDAS - HM em Revista
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O termo – marketplace – não é exatamente novo, porém, apenas recentemente cai nas graças (e bocas) dos empresários e assumiu papel de protagonista quando o assunto é vender, sobreviver ao caos financeiro da pandemia ou trabalho colaborativo. Sua definição também não é, por assim dizer, algo nunca visto. E, se você ouviu dizer, mas ainda não entendeu bem do que se trata, marketplace é basicamente uma plataforma digital, mediada por uma empresa (em geral, grande), onde vários fornecedores, dos mais variados produtos ou de um segmento em comum, se inscrevem e vendem seus produtos. Essa plataforma funciona de forma que o usuário entre em determinado site ou aplicativo e compre em mais de uma “loja”, pagando todos os itens juntos e, na maioria das vezes, com preços abaixo dos praticados no mercado.

Na verdade, o impulso que a criação de marketplaces tomou se deve especialmente a dois fatores. Um deles é que, com o isolamento social mundial, o mundo de consumo online cresceu vertiginosamente, atingindo, inclusive, faixas etárias pouco acostumadas ao processo e, também, todas as classes sociais – e não apenas os mais abonados. O segundo fator diz respeito a divulgação que grandes players do mercado estão dando ao marketplace – como Amazon e Lojas Americanas. Aqui no Brasil, o caso mais vitorioso ou, no mínimo, mais conhecido é o do Magazine Luiza que criou seu espaço e passou a vender de tudo um pouco, dando espaço para grandes e pequenos empresários competirem e mostrarem seus produtos.

A beleza ainda não criou – ao menos não oficialmente e com esta nomenclatura – um espaço próprio, reunindo marcas focadas em cabelo, maquiagem, corpo, rosto, bem-estar, estética, emagrecimento e tantos outros temas afins. Mas já se fala em movimentações neste sentido a fim de “salvar” até mesmo as lojinhas de salões de beleza. Os especialistas dizem que a maior vantagem de estar neste ambiente digital consagrado é que o consumidor vem até você com menos esforço. Porém, estes mesmos especialistas alertam que criar um marketplace exige uma plataforma segura tecnologicamente falando, um aplicativo e um site rápidos, fáceis e organizados, uma logística de captação de dados e de envio 100% funcional e sistema de pagamento acessível e idôneo.

Matéria de Deise Garcia 

 

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